Dar a ler

Ontem estive em Ílhavo, inaugurando a comunidade de leitores de banda desenhada. Duas confirmações: o preconceito sobre a bd (que é para miúdos, que é pobrezinha, que é básica e serve para facilitar discursos, que é aventura e sonho) existe; quando conseguimos que deixe de existir, mostrando outros livros e comprovando a diversidade de estilos, géneros, temáticas e abordagens, o interesse surge. Uma conclusão: é preciso tirar a bd do gueto da bedefilia e colocá-la no mesmo patamar de leitura e fruição que qualquer outra linguagem.

(SFC)

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2 responses to “Dar a ler

  1. pode-se mexer na bd mas näo nos cérebros obtusos

  2. Vai-se tentando, Teresa, vai-se tentando.

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